A METODOLOGIA GONSETHIANA E A CRÍTICA FILOSÓFICA
Resumo
"Nosso século é o verdadeiro século da crítica: nada lhe deve escapar", anota E. Kant no prefácio da 1ª edição de sua Crítica da razão pura. Seu trabalho pretendeu ser, sob esse respeito, exemplar e o foi de fato. salvo num ponto: segundo o seu autor ele deveria chegar “a um estado fixo”, assegurando uma “unidade perfeita... de conhecimentos", portanto, ao abrigo de toda crítica futura. Entretanto, a lucidez e a potência do arrazoado kantiano não poderiam ser postas em questão. Seu empreendimento se apresenta como uma “revolução completa”, "um tratado do método e não um sistema da própria ciência“, o único capaz de, através de uma "crítica introdut6ria do dogmatismo", "cortar as raízes" de suas diferentes espécies. Mas, o "espírito" dogmático se conservou expressadamente no a priori.
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