PESSOA E LIBERDADE
UMA VISÃO HUMANISTA-EXISTENCIAL
Resumo
A pessoa, na visão rogeriana, não se constrói de fora, mas vai-se realizando paulatinamente a partir do desenvolvimento de suas potencialidades internas, para só então tornar-se na sua '’consciência2 aquilo que é na sua experiência".
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Referências
Desenvolvimento – Sempre, que usado nesta obra o termo “desenvolvimento’', estar-se-á falando de ''desenvolvimento psicológico“, que se caracteriza, para Carl R. Rogers, por comportamentos que tendem para maior flexibilidade, maior aceitação de si e dos outros, maior autoconfiança e auto direção, menor distância entre o “eu ideal e o ''eu’' real, para percepções mais diferenciadas de si e do ambiente para maior criatividade. O desenvolvimento dessas características deveria interessar tanto a terapeutas como educadores C. R. Rogers –“Significant Learning: Therapy and Education'’.
In: On Becoming a Person, p. 280.
Consciência – ’'A consciência corresponde à representação ou a simbolização ( não necessariamente verbal ) de uma parte da experiência vivida. Esta simbolização pode apresentar graus variados de intensidade, desde o vago sentimento de presença de um objeto qualquer até a consciência aguda deste objeto'’. Quando uma experiência é suscetível de ser simbolizada sem nenhuma dificuldade, sem ser deformada pela ação das defesas, dizemos que ela é acessível ou disponível à consciência. C. R. Rogers e M. Kinget – Psicoterapia e Relações Humanas: Teoria e Prática da Terapia Não. Diretiva,vol. 1, p. 163.
Experiência – “Esta noção se refere a tudo que se passa no organismo em qualquer momento e que está disponível à consciência; em outras palavras, tudo o que é suscetível de ser apreendido. C. R. Rogers e M. Kingot – Psicotorapia o Relações Humanas, vol. 1, p. 161.
E. MOUNIER – O Personalismo, p. 19.
C. R. ROGERS e M. KINGET – Psicoterapia e Relações Humanas, vol. 1, p. 173.,
Organismo – Indica o próprio indivíduo, enquanto é totalidade psicossomática em interação com o meio. ''Organísmico é o que pertence ao organismo''. F. V. RUDIC) – Orientação Não-Diretiva na Educação no Aconselhamento 8 na Psicoterapia, p. 24. " A significação tradicional, unilateralmente física dos termos, está estabelecida com demasiada solidez para que seja adotada com facilidade em Psicologia, com objetivo de indicar a estrutura da experiência e sua manifestação no comporta. mento. No entanto, a título de constante recordação desta nova acepção global, psicofísica mais centrada no comportamento e na experiência’' – o termo será colocado entre aspas no decorrer desta obra. lbid, p. 42.
C. R. Rogers e R. Rosemberg – A Pessoa como Centro, p. 227.
C. R. Rogers – Tornar.so Pessoa, p. 309.
C. R. Rogers – Liberdade Para Aprender, p. 264.
E. Mounier – op. cit., p. 116.
C. R. Rogers – Liberdade Para Aprender, p. 165.
C. R. Rogers – Tornar-se Pessoa, p. 115.
lbid., p. 168.
C. R. Rogers e R. Rosemberg – A Pessoa Corno Contro, p. 227.
C. R. Rogers – Liberdade Para Aprender, Intrcxfução.
C. R. Rogers – ''Retrospect: Forty-six years”. In: Amerimn Psychologist, 29, nº 2, February, 1974, pp. 115 – 123.
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