Furto no contexto escolar | Theft in schools

Leandra Lúcia Moraes Couto, Heloisa Moulin de Alencar

Resumo


Pesquisadoras ligadas à Universidade Federal do Espírito Santo, do Laboratório de Psicologia da Moralidade (Lapsim), Leandra Lúcia Moraes Couto e Heloisa Moulin de Alencar, identificaram que profissionais da educação básica não possuem clareza sobre as práticas pedagógicas que devem adotar em situações de furto no contexto escolar. As estudiosas constataram também que tais profissionais elegem ações para as situações de furto que podem interferir negativamente no desenvolvimento dos alunos, pois envolvem a humilhação, a imposição e/ou o constrangimento. Como exemplo, as autoras citam os castigos, a averiguação  do material do aluno, entre outros. Há profissionais que têm a percepção de que práticas como essas são injustas. Mas, consideram que a tentativa de resolver o problema de furto no contexto escolar justifica a prática. Couto e Alencar discutem que esse tipo de resultado chama a atenção para a necessidade de se investir na formação de profissionais da educação, para que eles se sintam seguros para atuar nas diversas situações que envolvem a violência no contexto escolar, bem como adquiram os conhecimentos necessários para a promoção do desenvolvimento moral dos educandos.


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DOI: https://doi.org/10.24220/2318-0870v24n1a4453

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Revista de Educação PUC-Campinas

ISSNe 2318-0870 (eletrônico)
ISSN 1519-3993 (impresso)

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