Pessoa, Cidade e Paradoxos Contemporâneos

Fernando Evangelista Bastos

Resumo


A cidade assumiu-se, na sua génese, como pólo e entreposto, como eixo e confluência da esperança, da realização e das oportunidades… Foi terra de libertação e de expressão, dos sonhos mais secretos e mais explícitos do homem a caminho da sua elevação. Continuará a cidade a ser tudo isto ou a cidade idealizada é apenas memória do passado sem ontologia no presente?

Palavras-chave: Pessoa, dignidade, flexisegurança, globalização.


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Reflexão

ISSNe 2447-6803 (eletrônico)

ISSN 0102-0269 (impresso)

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